Moda sustentável x Moda consciente

Por trás das roupas que compramos está a produção em massa para atender o consumismo e os resíduos químicos provenientes desse processo. Neste sentido, moda sustentável busca questionar esse processo.

Além dos resíduos poluentes que são gerados durante a produção, cerca de 300 mil toneladas de roupas usadas, que vão doadas ou descartadas.

Para se ter uma ideia, em 2015 o consumo da indústria têxtil chegou a aproximadamente 73 milhões de toneladas. A probabilidade é que esse número crescerá 4% a cada ano até 2025.

Entretanto, por outro lado, somente 20% desses tecidos são reciclados por ano em todo mundo. Uma quantidade muito baixa tendo em vista a grande produção.

Roupas nem sempre são recicladas

Os Estados Unidos são os detentores do maior mercado de vestuário, possuindo aproximadamente 30% do volume total.

ISSO SE DEVE AO MODELO DE CONSUMO FAST FASHION QUE VAI CONTRA À SUSTENTABILIDADE.

O modelo de moda rápida ganhou força a partir da década de 1990 quando os consumidores se viram diante de encontrar nas lojas coleções novas praticamente todas semanas e com o preço baixo.

A produção das roupas passou a ser feita de forma mais veloz e barata. Contudo, essa fabricação foi transferida para os países do terceiro mundo, onde a mão de obra é mais barata e não há regularização de direitos trabalhistas e condições de trabalho.

O salário de um trabalhador da indústria têxtil em um país com economia subdesenvolvida é de cerca de 2 a 3 dólares por dia. Isto é, o consumo em massa na indústria da moda tem um alto preço, não para o consumidor final, mas para os trabalhadores que fabricam as peças e ao meio ambiente.

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